Bravura Indômita, de Charles Portis
Um livro que me tirou das mesmices de minhas leituras. Eu sei, virou filme, e há mais de um ano, mas só agora tive a chance de ler este livro (que estava igualmente há um ano em minha estante). Me mostrou o quanto eu ainda deveria me aprofundar no gênero western de...
17 de
fevereiro
de 2012
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Viva a classe média
Risos. Muitos risos. Cof, cof, cof. Alguns segundos para me recompor. Vamos lá. Durante as minhas férias decidi ficar off-line, desconectar dos viciantes gadgets. O melhor da experiência foi a sensação de descobrimento quando acendi meu computador e chequei os meus e-mails e minhas mensagens no Facebook. Olha só que...
15 de
fevereiro
de 2012
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Um Homem de Sorte, de Nicholas Sparks
Para quem nunca leu um livro de Nicholas Sparks, ele é apenas um autor de histórias de amor. Para mim, e acredito que para boa parte de seus leitores, ele vai muito além. Claro, há romance em todas as obras do autor. Geralmente são o centro da trama. Ainda assim,...
24 de
janeiro
de 2012
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Em Chamas, de Suzanne Collins
Se Jogos Vorazes teve um começo lento, e demorou até tornar-se um livro viciante, o mesmo não acontece com sua seqüência, Em Chamas. O segundo volume da série apresenta um ritmo intrigante do começo ao fim, transbordando ação e suspense em quantidade suficiente para fazer o leitor virar as páginas sem...
24 de
janeiro
de 2012
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A Farsa, de Christopher Reich
Todo apaixonado por literatura que possui, por consequência, uma certa “solidariedade literária”, sabe qual é o prazer de se dividir uma experiência lida, vivida através das palavras. Incentivar as pessoas das quais eu gosto a ler mais e desbravar horizontes cada vez mais inusitados, ao lhes emprestar um exemplar que guardamos...
4 de
janeiro
de 2012
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Pergunte ao Draccon – Respostas
O processo de pesquisa é comumente exaustivo. Para um escritor profissional, a parte da escrita em si não é o mais difícil, mas sim a pesquisa, o embasamento e a estrutura ao redor da história que ele se propõe a montar. Com Dragões de Éter, como foram anos entre os...
3 de
janeiro
de 2012
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Novos ídolos
Olha, eu preciso me confessar: desde moleque adoro um programa trash. Só pra dar um exemplo. Enquanto meus amiguinhos assistiam a Xuxa, eu perdia horas e horas tentando decorar “tuiuiu iu iu, sou curumim iê iê, tuiuiu iu iu, sou curumã arauê”. Acho que sou uma das poucas pessoas que...
3 de
janeiro
de 2012
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Sobre os novos livros brasileiros
Não venho aqui para discutir os méritos de ninguém, nem acho que devemos comparar seja quem for com quem quer que seja. Mas vivemos – no caso, eu – aqui, dissertando sobre todos os autores para jovens adultos de modo que sempre tentamos aclamar aqueles que estão em voga e/ou nos agradam mais....
3 de
janeiro
de 2012
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Bellissima, de Nora Roberts
Nora Roberts é aquele tipo de autora que toda mulher deve ler pelo menos uma vez na vida. Suas histórias são sempre lindas, românticas, com homens perfeitos, mulheres mais perfeitas ainda, amores à primeira vista, sexo, etc, etc, etc. E tem o dom de fazer a gente ficar nas nuvens...
2 de
janeiro
de 2012
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Gosto muito do filme 1 e, apesar de inúmeras recomendações, nunca li o livro. Mas não tenho dúvida de que ...
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Quero MUITO ver esse filme. LOGO.Sou apaixonada pelo TE 1, achei sensacional e já vi umas dez vezes...Mas nunca sofri ...
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Eu li Elite da Tropa 1 depois de me aventurar por Tropa de Elite. Não há como negar o quanto ...
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Luis Eduardo Soares, Cláudio Ferraz, André Batista e Rodrigo Pimentel
ISBN: 9788520924310
Editora: Nova Fronteira
Ano de publicação: 2010
Páginas: 304
Onde comprar:
Submarino | Saraiva | Cultura
Quando fui ver Tropa de Elite I, fiquei grudado até o final, esperando que as melhores partes do livro fossem ressaltadas nas mais de uma hora de Capitão Nascimento: tiros, rajadas de metralhadoras, tortura, invasões, guerra. Tiro na água. Saí do cinema inconformado, querendo mais, sabendo que o assunto não estava esgotado. Muito pelo contrário, o grande argumento do livro Elite da Tropa, que originou o filme, não tinha sido bastante aprofundado. Em mesas de bar defendi que o filme não era tão bom quanto diziam, e, quando apertava a discussão e os fãs cegos e terroristas de opinião me atacavam de todos os lados – até relacionando eu ter estudado na PUC – mandava-os tomar danoninho, ver a sessão da tarde e aproveitar para ler o livro antes de qualquer comentário.
Fiquei nesse debate tolo durante algum tempo. E nesse algum tempo, fui lendo outros livros que aprofundassem a questão levantada pelo Elite da Tropa. E quer saber? Sempre se esbarra na política, não tem jeito. De clássicas biografias de gangsters italianos, americanos, russos, paraguaios ou chineses a grandes investigações da CSI, FBI ou KGB, a política é o ponto vital. Pois bem, quando foi anunciado o Tropa de Elite II, imaginei que abordaria esse tema. Não deu outra.
O filme é bárbaro, profundo, importante no diálogo e pra discussão, mas ainda assim indico ler o primeiro livro da Elite da Tropa e, principalmente, o segundo, que amplifica a explicação sobre a manutenção do tráfico, da influência de políticos, da necessidade da parceria com o poder público, entre tantos tópicos. O filme é um soco no estômago, o livro é um tiro.
Depois de sair do cinema, empolgado com as novas discussões em mesas de bar, peguei pra ler uma biografia antigona do Al Capone, impressa no Brasil em 1972. De tudo que li sobre a máfia, foi a que mais me impressionou. Sabe por quê? Simples: mostra que a estrutura é idêntica ao descrito no Elite da Tropa. Ou seja, a máfia muda de País, tem estatutos alterados pelas culturas, mas obedece a um esquema vitorioso e secular. O problema é que agora acho que o filme poderia ter ido mais fundo. Que venha o terceiro.
Robert Löhr
ISBN: 9788501075307
Editora: Record
Ano de publicação: 2007
Páginas: 406
Classificação: 3/5
Onde comprar:
Submarino | Saraiva | Cultura
Eu adoro Romances Biográficos. Mesmo que eles fujam um pouco do que realmente aconteceu, são sempre relatos mais ou menos precisos do tema em questão. Mas nem sempre se acreta em cheio.
A Máquina de Xadrez é um destes. É, sem dúvida alguma, uma história fantástica sobre um invento, e seu inventor – óbvio, que durante muitos anos intrigou a todos, sem que se descobrisse sua “farsa”. A farsa, na verdade, nem conta tanto, é como um truque de mágica.
No século XVIII, o barão Wolfgang von Kempelen encantou toda a Europa com “a máquina de xadrez”. Era um autômato vestido de turco, invencível diante de um tabuleiro de xadrez. O mistério persistiu até descobrirem que um anão, responsável pelas jogadas geniais, escondia-se dentro da máquina.
Vale dizer que o anão, Tibor Scandanelli, acaba se tornando o personagem principal. Cativante, intrigante, de uma fé cega. É um personagem fantástico. Mas é apenas um personagem fictício. O livro é muito bom, mas caiu no meu conceito quando eu descobri que o personagem principal nunca existiu.
Ora, é ficção. É óbvio que muitos personagens e fatos nunca existiram. Mas nesse livro, o personagem em questão é essencial. É quase impossível para mim, agora, dissociá-lo da história real da máquina. Este é o problema. O livro é muito bom como romance ficional, mas não tanto no contexto da Máquina de Xadrez.
Robert Löhr nasceu em Berlin, e cresceu em Bremen e Santa Barbara, California. Formou-se em jornalismo na Escola de Jornalismo de Berlim, e trabalhou nos jornais berlinenses Der Tagesspiegel, Berliner Zeitung e Taz.
A Máquina de Xadrez é o seu primeiro romance.
“Quem gostaria de ouvir uma história?” perguntou o Sr. Dodgson.[...]“Eu! Eu!” Edith (irmã de alice) bateu palmas.[...]“E você, Alice?” perguntou o Sr. Dodgson em voz baixa e gentil.“Sim, por favor, conte-nos uma história”, pedi.E ele contou.“Era uma vez uma menina chamada Alice.” Foi assim que ele começou.
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| Foto de Lewis Carroll / Dodgson (1858) |











































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