Bravura Indômita, de Charles Portis
Um livro que me tirou das mesmices de minhas leituras. Eu sei, virou filme, e há mais de um ano, mas só agora tive a chance de ler este livro (que estava igualmente há um ano em minha estante). Me mostrou o quanto eu ainda deveria me aprofundar no gênero western de...
17 de
fevereiro
de 2012
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Viva a classe média
Risos. Muitos risos. Cof, cof, cof. Alguns segundos para me recompor. Vamos lá. Durante as minhas férias decidi ficar off-line, desconectar dos viciantes gadgets. O melhor da experiência foi a sensação de descobrimento quando acendi meu computador e chequei os meus e-mails e minhas mensagens no Facebook. Olha só que...
15 de
fevereiro
de 2012
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Um Homem de Sorte, de Nicholas Sparks
Para quem nunca leu um livro de Nicholas Sparks, ele é apenas um autor de histórias de amor. Para mim, e acredito que para boa parte de seus leitores, ele vai muito além. Claro, há romance em todas as obras do autor. Geralmente são o centro da trama. Ainda assim,...
24 de
janeiro
de 2012
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Em Chamas, de Suzanne Collins
Se Jogos Vorazes teve um começo lento, e demorou até tornar-se um livro viciante, o mesmo não acontece com sua seqüência, Em Chamas. O segundo volume da série apresenta um ritmo intrigante do começo ao fim, transbordando ação e suspense em quantidade suficiente para fazer o leitor virar as páginas sem...
24 de
janeiro
de 2012
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A Farsa, de Christopher Reich
Todo apaixonado por literatura que possui, por consequência, uma certa “solidariedade literária”, sabe qual é o prazer de se dividir uma experiência lida, vivida através das palavras. Incentivar as pessoas das quais eu gosto a ler mais e desbravar horizontes cada vez mais inusitados, ao lhes emprestar um exemplar que guardamos...
4 de
janeiro
de 2012
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Pergunte ao Draccon – Respostas
O processo de pesquisa é comumente exaustivo. Para um escritor profissional, a parte da escrita em si não é o mais difícil, mas sim a pesquisa, o embasamento e a estrutura ao redor da história que ele se propõe a montar. Com Dragões de Éter, como foram anos entre os...
3 de
janeiro
de 2012
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Novos ídolos
Olha, eu preciso me confessar: desde moleque adoro um programa trash. Só pra dar um exemplo. Enquanto meus amiguinhos assistiam a Xuxa, eu perdia horas e horas tentando decorar “tuiuiu iu iu, sou curumim iê iê, tuiuiu iu iu, sou curumã arauê”. Acho que sou uma das poucas pessoas que...
3 de
janeiro
de 2012
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Sobre os novos livros brasileiros
Não venho aqui para discutir os méritos de ninguém, nem acho que devemos comparar seja quem for com quem quer que seja. Mas vivemos – no caso, eu – aqui, dissertando sobre todos os autores para jovens adultos de modo que sempre tentamos aclamar aqueles que estão em voga e/ou nos agradam mais....
3 de
janeiro
de 2012
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Bellissima, de Nora Roberts
Nora Roberts é aquele tipo de autora que toda mulher deve ler pelo menos uma vez na vida. Suas histórias são sempre lindas, românticas, com homens perfeitos, mulheres mais perfeitas ainda, amores à primeira vista, sexo, etc, etc, etc. E tem o dom de fazer a gente ficar nas nuvens...
2 de
janeiro
de 2012
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Viu só? Tô dominando geral!! Daqui a pouco até escrevo um chick lit! HSASHAUS. Melhor não dar idéia! HAHA.
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Lodir dominando os chick-lits.. rs Eu até tentei ler esse livro, mas esse é um dos casos raros em que prefiro ...
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Nunca pensei na ordem Filme/Livro como algum ruim por esse ponto de vista de estragar a surpresa. Meu "problema" sempre ...
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Lauren Weisberger
ISBN: 9788577991570
Editora: BestBolso
Ano de publicação: 2009
Páginas: 392
Classificação: 5/5
Preço de Catálogo: R$17,90
Onde comprar:
Submarino | Saraiva | Cultura
Confesso que não costumo ler um livro após assistir o filme baseado nele. Além de estragar toda a surpresa, o livro costuma ser melhor que o filme, o que torna a ordem ilógica. No caso de O Diabo Veste Prada, no entanto, resolvi abrir uma exceção. Não coloquei muita fé quando assisti ao filme pela primeira vez, em 2006, mas ele acabou se tornando um dos melhores que já assisti até agora. A curiosidade pelo livro foi inevitável, e a construção tão bem feita dos personagens provoca a leitura facilmente.
Dessa forma, resolvi conferir a versão literária, que, dizem as resenhas, é muito melhor e mais complexa que o filme. Sim, é verdade. O filme é excelente, mas o livro é ainda melhor. Enquanto o roteiro foca principalmente no emprego da protagonista Andrea, o livro dá mais espaço à vida familiar, amorosa e o clico de amizades dela. Para quem ficou com pena pela forma como é tratada pela sua odiosa chefe, o livro mostra que nem todas as situações absurdas criadas por Miranda tiveram espaço na tela – e algumas das melhores ficaram de fora.
Em O Diabo Veste Prada, Andrea Sachs é uma jovem recém formada na faculdade e que procura seu primeiro emprego. Ela acaba caindo de pára-quedas em uma entrevista de trabalho na revista “Runway”, para o cargo de assistente da editora Miranda Priestly. Ainda que nunca tenha ouvido falar da figura, Miranda é uma das pessoas mais importantes no mundo da moda, respeitada por ser a cabeça da publicação mais influente nesse meio – e também por ser uma pessoa asquerosa e arrogante. Mesmo que a chefe tenha uma personalidade intragável, todos acreditam que o emprego vale à pena, já que ele é realmente prestigiado e abre portas para quem tiver a sorte de consegui-lo. Ainda assim, Andrea, uma moça mal vestida e sem nenhum interesse na moda, acaba conseguindo o emprego, e descobrindo que a fama da sua nova chefe está longe de ser apenas um rumor.
Eu sei o quanto esse livro pode parecer fútil. Moda, revista, blábláblá. Algumas vezes, com tanta atenção aos relacionamentos e a vestimenta dos personagens, ele pode ser facilmente enquadrado como “um romance de mulherzinha”. Esqueça, no entanto, toda a parte “fashion” da trama. O melhor é a personagem arquiinimiga, o grande vilão do livro, Miranda. Nada há nada mais divertido que acompanhar um personagem sofrendo nas mãos de um chefe sem noção, que dá ordens impossíveis de serem cumpridas – e talvez não exista situação de mais fácil empatia que essa. É esse o ponto certeiro da autora Lauren Weisberger: ela não escreveu apenas um livro para amantes do mundo da moda, ela exorcizou uma desastrosa experiência pessoal em um romance encantador (Lauren trabalhou como assistente da editora da Vogue americana, que tinha a mesma fama). De tão reais e bem construídas, as situações enfrentadas pela personagem tornam-se agonizantes ao leitor, que não encontra outra saída a não ser odiar Miranda também.
Enquanto sua chefe toma conta de sua vida – dia útil ou não – e faz os pedidos mais desafiadores (como tirar um passaporte em três horas, fretar um avião a Paris na madrugada de sábado ou conseguir um exemplar do novo Harry Potter antes do lançamento), Andrea ainda precisa trabalhar os problemas que ela causa em sua vida pessoal. Trabalhando mais de catorze horas por dia e tendo que socorrer a patroa mesmo nos horários de folga, ela se torna ausente com os pais, a melhor amiga (que enfrenta problemas com álcool) e o namorado (que se sente cada vez mais excluído de sua vida). Ou seja, o dilema de qualquer trabalhador contemporâneo ou jovem em construção de carreira. Impossível não se identificar.
A grande sacada de O Diabo Veste Prada, então, passa longe de qualquer referência ao mundo da moda. O melhor é justamente o retrato da relação de um profissional com seu trabalho e seu chefe, e merece nota 10 por construir tão bem os dois personagens principais. Talvez, mesmo que intencionalmente, a autora acabou construindo um excelente romance corporativo, um registro fiel do cotidiano de qualquer empresa. A ideia deu tão certo que Lauren a levou aos seus livros seguintes. Dessa forma, se você já teve um patrão, certamente vai adorar o livro. Quem nunca odiou seu chefe que atire a primeira pedra.
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Obrigado a todos! Marcelo, o livro tem esse nome justamente por causa dessa música! A autora até coloca um trecho da ...
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Nossa, essa resenha de chick lit está totalmente masculina. Resenhista homem, comentários de homens... rs Vocês precisam de um frescor ...
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O título do livro também me ganhou - e a sua resenha só me conquistou por definitivo! Leria com certeza, ...
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Camila Nascimento Silva
ISBN: 9788561843458
Editora: Subtítulo
Ano de publicação: 2011
Páginas: 438
Classificação: 5/5
Preço de Catálogo: R$34,90
Onde comprar:
Editora Subtítulo
“Chick-Lit” é a denominação na literatura para os conhecidos “livros de mulherzinha”. Ou seja: livros destinados ao público feminino (principalmente jovem), onde a protagonista geralmente é uma moça na faixa dos vinte aos quarentas anos que está vivendo os dilemas da vida moderna. Você Tem Meia Hora, de Camila Nascimento Silva, um dos primeiros lançamentos do Subtítulo (blog que virou editora), é um romance que se enquadra perfeitamente para essa classificação, e não tem medo algum de definir tal público como o seu alvo.
O que eu, um homem, estou fazendo resenhando esse livro, então? Sim, eu provavelmente sou o seu primeiro resenhista do sexo masculino. Você Tem Meia Hora chegou até mim após uma grande expectativa, já que faço parte da equipe do site que agora o publica. Não que eu não tenha interesse por esse gênero: já li a obra que provavelmente é a ‘mãe’ dele, O Diário de Bridget Jones. Ainda que seja declaradamente feminino, o tal Chick-Lit é um tipo de livro que tem como principal característica a diversão. Não há intenção de passar mensagens aos leitores, nem se aprofundar demasiadamente sobre um tema. Essa é a grande graça do estilo, que o torna atrativo a todos. Se o leitor se divertir durante a leitura e rir um pouco, já está valendo. Essa foi exatamente a intenção que levou a leitura da obra – função que ela cumpre sem problema algum.
Você Tem Meia Hora começa com um ponto chave para o gênero: Beatriz, a protagonista, é abandonada pelo marido Arthur em pleno ano novo, quando entra de férias do trabalho. Ela é uma mulher moderna (como estilo literário exige), e dessa forma enfrenta todos os dilemas dessa geração, incluindo ai maridos que abandonam mulheres que se dedicam demais a carreira a ponto de deixá-los de lado. É o caso da pobre aeromoça, que passa dias sem ver seu companheiro enquanto enfrenta turbulentas viagens internacionais. Desesperada, Bia enfrenta uma inevitável depressão, que rende um dos pontos fortes do livro: a narrativa verossímil de uma mulher que passa os dias sem sair de cara, se isolando de todos enquanto detona garrafas de vinho e deixa a sujeita tomar conta da casa. Essa parte é tremendamente empática: não há maneira de não se identificar e sentir compaixão pela personagem. É como se estivéssemos lá, em seu lugar, vendo a própria vida acabar diante de tal situação sem volta.
No fundo do poço, com os dias vazios devido às férias, Bia é carregada de volta a superfície por sua amiga Mariana, a única alma que parece se importar com ela. Mariana faz questão de tentar devolver a ela sua antiga vida, levando-a para fora do apartamento e até para baladas – uma das cenas mais cômicas, desde a dança estilo Beyoncé na pista, até o flerte com o caipira e a cena de sexo no banheiro. Enquanto tenta apagar as memórias que remetem ao ex-marido, Bia acaba aceitando a sugestão da amiga e se inscreve em um programa da empresa para trabalhar em Londres, onde ela acaba sendo aceita.
A autora então nos proporciona uma experiência interessante: acompanhar alguém que muda de país na tentativa de reinventar-se e mudar de vida, buscando em outra cultura os desafios necessários para isso. Claro, é algo comum, que certamente você já viu algum amigo fazer. Como a própria escritora lembra, Londres é o lugar perfeito para isso. Nesse momento, podemos sentir o medo e a insegurança da protagonista quando ela chega ao lugar que é tão distante e desconhecido para ela – um medo natural, mas que ela precisa enfrentar.
A narrativa da vida de Bia em Londres segue. Acompanhamos sua adaptação, a criação do novo círculo de amizades, a vida com o colega de quarto e o seu novo trabalho. Quando as coisas parecem entrar nos eixos e a vida de Bia caminha para um final feliz, quase caindo na rotina (e possivelmente no tédio para o leitor), a autora entrega uma reviravolta inesperada, que pega o leitor de surpresa e muda totalmente a história. Justamente quando a trama parece ficar morna e perder o fôlego, Camila Nascimento mostra quem não há nada melhor que virar tudo de ponta a cabeça para prender o leitor até o fim.
Tirando alguns pequenos problemas de pontuação, acentuação, digitação e revisão (como o nome de Britney Spears, que aparece grifado errado), Você Tem Meia Hora é uma estréia surpreendente. Principalmente porque é um livro sobre o cotidiano, com diversas cenas de rotina, como a parte em que Bia vai ao consulado resolver burocracias da viagem. Cotidiano, para mim, é uma das coisas mais difíceis de escrever.
Como, então, escrever cenas sobre o dia-a-dia sem deixar o leitor bocejando? Camila Nascimento contorna isso bem, principalmente porque faz humor com o universo feminino de maneira peculiar. A visão insegura da protagonista diante de todas as situações provoca risadas inevitáveis, e as comparações criativas dela são divertidas. Em alguns momentos é difícil não rir, como na cena em que uma senhora tenta levar o braço da poltrona do avião para casa, como se fosse brinde. Outra coisa que eu gostei foram as diversas referências à cultura pop (música, filmes e séries). Ao invés de descrever um apartamento, a autora apenas indica que ele é igual ao de Mônica do seriado “Friends”. Para quem conhece o seriado, a citação torna-se uma divertida lembrança e uma ótima maneira de imaginar o ambiente.
Você Tem Meia Hora é, acima de tudo, um livro divertido, e uma leitura recomendável para quem tem essa finalidade. É uma história de amor, de grandes amizades e até mesmo de relacionamentos familiares (como o grande destaque da autora para a relação conflituosa de Bia com seu pai). É, ainda, uma história sobre reinvenção, superação e mudança. Uma visão realista e engraçada do universo feminino. Se você for homem, certamente vai aprender muito sobre ele. Mas, seja mulher ou homem, certamente vai se divertir muito com a obra.
Emily Giffin
ISBN: 9788520917695
Editora: Nova Fronteira
Ano de publicação: 2005
Páginas: 352
Onde comprar:
Submarino | Cultura
O Noivo da Minha Melhor Amiga, “Something Borrowed” no original, foi lançado no Brasil em 2005 e é o livro de estreia da americana Emily Giffin. Conta a história de Rachel, Darcy e Dex. Rachel é nossa protagonista e narradora. Darcy sua melhor amiga desde a infância, e Dex, o noivo do título. Rachel passou a vida fazendo tudo certinho. Tudo. Até que na noite em que comemorava seus 30 anos, numa festa surpresa preparada por sua amiga sempre perfeita e que tinha tudo, Darcy, é assombrada pela constatação de que não tinha nada do que sonhou ter aos 30: marido, filhos, uma carreira de sucesso. Ao invés disso está sozinha e tem um emprego que odeia. Entre um acontecimento e outro, e após alguns drinques a mais, ela acaba na cama com Dex. A princípio ela fica arrependida, se sente culpada, achando que cometeu um grande erro e que o “incidente” nunca mais poderia ser mencionado. Tudo começa a mudar quando Dex confessa que não estava tão bêbado assim e não se arrepende nem um pouco do que aconteceu…
Durante a leitura passamos por um terrível dilema moral porque nos vemos torcendo pela Rachel, a amiga que trai, e desenvolvendo uma antipatia gigantesca pela Darcy, a “vítima”. Meu dilema só não foi maior que o da protagonista que, por um lado, se sente culpada por estar traindo a melhor amiga, mas por outro se vê completamente apaixonada por Dex. Ao mesmo tempo quer que ele cancele o casamento, mas não quer que a amiga passe pela decepção de ser abandonada pelo noivo.
Gosto muito desse livro. Pra mim, é o melhor da autora – apesar de que ainda me falta ler o Questões do Coração, então minha opinião pode mudar. A história tem uma continuação, o livro “Something Blue”, cuja trama inicia imediatamente após ao final de O Noivo da Minha Melhor Amiga, e até agora, infelizmente, não foi lançado no Brasil. Nesse a narradora é a Darcy, e temos a visão dela dos acontecimentos do primeiro livro e acompanhamos o que lhe acontece depois. Apesar do livro também ser muito bom, não gostei tanto, exatamente pela minha implicância com a protagonista. Passei o livro quase torcendo para que nada de bom acontecesse com ela. Quase.
Luke Greenfield
Estúdio: Playarte Pictures
Lançamento: 2011
Duração: 103 minutos
Onde comprar:
Saraiva
O filme foi lançado agora em 2011 e no elenco estão Ginnifer Goodwin como Rachel, Kate Hudson como Darcy, Colin Egglesfield como Dex, Steve Howey como Marcus e John Krasinski como Ethan. Fisicamente nenhum dos personagens está nem perto do que eu imaginei, mas isso não tem a menor importância porque o que importa são as características e personalidades deles, que eu pude reconhecer em cada um. O quanto Rachel era submissa à Darcy, a indecisão do Dex, Ethan no papel de confidente e consciência da Rachel, o jeito bobo do Marcus (apesar que este consegue ser mais bobão no filme que no livro), o extremo egoísmo da Darcy. Em relação ao Ethan, o papel dele no filme é uma junção de dois personagens do livro: o próprio Ethan e Hillary, amiga de Rachel que também conhecia sua relação com Dex. Originalmente, Ethan mora em Londres e não está presente na maioria das situações, como a viagem ao Hamptons. Suas muitas interferências à história, no livro, são feitas por telefone. Mas fiquei satisfeita com a solução dada pelo filme para isso. Ainda foi criada uma historinha paralela entre ele e uma amiga de Darcy, Clare (que no livro sequer se conheciam) que serviu como alívio cômico – afinal, trata-se de uma comédia romântica, precisamos de momentos engraçados.
O Noivo da Minha Melhor Amiga é um dos meus chick-lit preferidos, e ao mesmo tempo em que eu estava ansiosa e animada pela versão cinematográfica estava também apreensiva, imaginando se não iriam de alguma forma estragar essa história da qual eu gosto tanto. Mas no final das contas eu gostei do resultado do filme. Meu primeiro pensamento foi: que bom que ele é fiel ao livro! rs Acho que o clima do livro está todo ali, o que é o mais importante em uma adaptação. Como disse, esse é um dos meus livros preferidos do gênero e eu o adoro tanto que já o li 3 vezes. E não é que assim que eu terminei de assistir o filme saí do cinema com uma vontade quase incontrolável de ler o livro novamente?
Foi bom sentir raiva da Darcy mais uma vez, colocando nela o rosto da Kate Hudson. Ela encontrou a medida certa para demonstrar o quão egocêntrica a Darcy é. Mas também sentimos o porquê de ela e Rachel serem amigas, e não tem como não adorar as duas dançando ao som de “Push it”. É o tipo de coisa que só se faz com uma amiga de infância. Claro, o livro é mais profundo, o conflito e as relações são mais intensas, conhecemos detalhes da amizade das duas e o tipo de amiga que Darcy sempre foi. Conseguimos sentir mais raiva da Darcy pelo livro. O politicamente correto seria apedrejarmos a amiga que trai, que está atrás do noivo da outra, mas no caso nos surpreendemos torcendo pela tal amiga que trai e desenvolvendo uma gigantesca birra em relação à amiga traída, ao ponto de às vezes até pensarmos que ela merece. Na verdade a discussão que essa história aponta é que não existe certo e errado, preto e branco. A vida é uma enorme zona cinzenta e tudo depende do ponto de vista.
Espero que o filme sirva para despertar em todos a vontade de ler o livro, e se comover com a Rachel, compartilhar a opinião do Ethan, morrer de vontade de chacoalhar o Dex e tentar descobrir o que ele está pensando, e irritar-se profundamente com a Darcy. Sobre uma possível adaptação da sequência, os direitos do segundo livro também foram comprados e em algumas entrevistas que vi dos atores eles afirmam que é bem possível que ela seja realizada. Eu estou torcendo.
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sempre fiquei curioso sobre a série pois muitas pessoas flam do livro e do seriado, mas não faz muito meu ...
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Nossa, então GG se trata de uma grande saga mesmo. Eu conheço um pessoal que assiste à série, mas já ...
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aah, que lindo! Eu nem sabia que ia sair um volume 12 #vergonha. Sou viciada nos livros de GG, acho-os ...
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Cecily von Ziegesar

ISBN: 9788501089694
Editora: Galera
Ano de publicação: 2011
Páginas: 406
Classificação: 3/5
Onde comprar:
Submarino | Saraiva | Cultura
Blair, Serena, Nate, Dan e Vanessa foram para a universidade. Mas estão de volta para passar férias. Em alguns meses, muita coisa pode mudar… Porém certas coisas não mudarão nunca. Em meio a muitas brigas, amores, separações e drama, o centro das atenções continua num certo triângulo amoroso. Mas será que ele vai continuar sendo um triângulo? Ou será que alguém vai ficar de fora e finalmente um casal com um final feliz irá se formar? Façam suas apostas…
Quando recebi o 12° volume da série Gossip Girl, fiquei super ansiosa para ler, afinal, depois de 11 livros acompanhando a jornada de todas as personagens, eu precisava saber como seria a vida deles na universidade. A autora conseguiu manter a identidade das personagens na faculdade, ou seja, elas ganham maturidade mas de maneira sutil, de modo que irá desagradar a quem está lendo e já está acostumado com o perfil dos protagonistas.
O livro é ótimo (como todos os outros), porém para quem está acostumada com todo o drama de GG ao longo de toda a série, não imagina que o drama poderá piorar de alguma forma – e piora. Por ironia do destino, todas as nossas personagens favoritas estão de volta ao Upper East Side, e assim começa as confusões.
Serena está famosa, Blair namora o cara dos sonhos, Nate continua perdidinho, Dan e Vanessa são um casal (de novo) e Chuck está, no mínimo, diferente (será mesmo?). Para quem gosta de reviravoltas, com certeza esse livro será apaixonante, principalmente nos primeiros capítulos, nos quais você não consegue parar de se perguntar #WTH?
O período perfeito que todos passaram longe uns dos outros está prestes a desmoronar. Com toda a turma da escola reunida de novo na festa de Ano de Novo mais tradicional entre eles, a confusão é garantida. Nate se vê dividido (de novo) entre B e S.
C – que como já disse é um cara mudado -, tenta ser o BFF de N em todos os sentidos e, o pior: ele realmente dá bons conselhos a N. V agora tem cabelos e mora em um badalado bairro de NY, mas por que será? Será que D finalmente se deu bem como escritor? Vconseguiu seu estrelato no cinema? E N? Será que decidiu quem é o amor de sua vida? Ou S e B passarão a faculdade toda ainda brigando por ele?
O livro nos faz perguntas que realmente só são respondidas no final. A cada novo capítulo você se questiona sobre o destino da galera mais pop de NY. Porém ainda restam pontas soltas. Será que haverá um novo volume? Ou será que essa foi a última vez que vimos à turma do Upper East Side?
Independente do que seja, já estou querendo mais. E não posso de deixar de me despedir a lá GG
You Know you Love me
XOXO
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tb ñ sabia q tinha um filme sobre esse livro, até pq ele é meio recente eu acho hmm
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Já assisti o filme, muito bom! Tem vááááárias coisas diferente do livro, mas nem por isso perde a graça. Pelo ...
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Nossa.. eu não sabia que tinha um filme! E eu estava torcedo para que Melancia fosse parar nas telonas!
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Normalmente, os filmes são mais famosos que os livros em que foram baseados. Muitas vezes vejo, inclusive aqui nos comentários um “nossa, não sabia que era adaptação de um livro”. Existe o caso, porém, em que o famoso é o livro e pouca gente sabe sobre o filme. Bem, existe pelo menos um caso que eu saiba. Voltando a falar nos chick-lits, aqueles “livros de mulherzinha”, uma das maiores autoras do gênero é a irlandesa Marian Keyes. Ela possui livros maravilhosos, que misturam romance, humor e temas sérios como depressão, traição, abuso de drogas, morte e doenças. O livro de estreia dela, Melancia, é o caso citado de livro mais famoso que o filme.
Claire Walsh acaba de dar à luz a sua primeira filha. O que era para ser o dia mais feliz de sua vida se transforma em um desastre pois seu marido James escolhe justo esse dia para anunciar que está indo embora para viver com sua amante. Claire, desiludida e humilhada, pega sua filha recém-nascida e vai para a casa de seus pais enquanto sofre de uma terrível depressão pós-parto. Com a ajuda de sua louca e engraçada família ela começa a superar e as coisas começam a melhorar, principalmente quando ela conhece um dos amigos de sua irmã caçula, o charmoso Adam. Melancia, título da obra, é dado em razão da forma de Claire enquanto grávida. Ela se sentia e se parecia com uma melancia. Coitada…
O filme, de 2003, não é tão famoso porque foi produzido diretamente para a televisão na Irlanda. Por aqui só ficamos sabendo dele graças à santa internet, mas é fraquíssimo e só vale mesmo a título de curiosidade. O filme faz uma bagunça com a história, mistura tudo, troca o papel de alguns personagens, exclui outros, muda o enredo. Basicamente, o conflito da história é totalmente diverso. No filme, Claire acabou de se formar na faculdade e se muda da Irlanda para Londres com seu namorado, Adam. Após uma mentira dela sobre o trabalho, ele a abandona e volta para Dublin. Ela conhece e começa a sair com James, e só depois descobre que está grávida de Adam. James, por sua vez, acha que o filho é dele e só descobre a verdade no dia do nascimento e abandona Claire. Chega-se assim à parte que começa a ser semelhante ao livro e Claire vai curar suas mágoas voltando para a casa dos pais em Dublin.
Sou hiper fã dos livros da Marian, já li a maioria e sempre me impressiono com a forma com que ela consegue introduzir humor em temas de grande seriedade. Adoro os livros da autora, mas vou ser sincera que o Melancia não é dos meus preferidos dela – apesar de ser muito bom. Mas ele nos apresenta à incrível família Walsh, uma das mais excêntricas e engraçadas da literatura chick-lit, o que já vale a leitura. É o primeiro livro da série que conta a história de cada uma das irmãs Walsh, Claire, Rachel, Maggie, Anna e Helen, que continua nos livros Férias!, Los Angeles e Tem Alguém Aí. A Marian ainda está nos devendo escrever o livro sobre a caçula Helen, uma das personagens secundárias mais divertidas de todos os livros da série.
Por gostar tanto da família Walsh fiquei tão decepcionada com o filme. Além da bagunça da história e de mudarem o sobrenome da família – que no filme é Ryan – a única irmã existente é a Anna, e ela nem é tão divertida como no livro. Há algumas passagens que vemos no livro, mas a maior parte da história é diferente, e não um diferente bom. É mais um dos casos em que fico mil vezes com o livro. Aliás, recomendo todos os livros da Marian, principalmente agora que estão sendo lançados em edição de bolso, já que seus livros convencionais não são dos mais baratos.
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Acho que todo mundo que leu o livro, viu o filme primeiro né? Tenho que dizer que fiquei meio descepcionada ...
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tenho MUITA vontade mesmo de ler esse livro. (: porque já sou muito fã do filme. principalmente, por causa da ...
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Concordo totalmente com você, Cacá. Vi o filme antes de ler o livro. E depois que li o livro fui ...
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O livro começa no auge do stress que Andy sofre por causa de sua chefe “from hell” Miranda, e suas exigências imediatas, absurdas e impossíveis. Durante uma dessas tarefas, ela lembra de como chegou a esse ponto, sua entrevista, primeiro dia de trabalho, e como foi ludibriada a acreditar que seria um emprego de sonhos, que muitas garotas dariam a vida para ter. Recém saída da faculdade, Andy não tinha qualquer interesse em moda, mas viu na chance de trabalhar para uma editora influente a possibilidade de conseguir um cargo melhor. E só teria que aguentar 1 ano. Ela só não imaginou que esse ano seria tão longo e que os caprichos de Miranda seriam tão imprevisíveis, incoerentes e humilhantes. Como a maior parte da história se passa na revista, temos uma vasta visão sobre o mundo da moda e seus bastidores.
Lauren Weisberger conhece bem esses bastidores da moda já que ela própria foi assistente pessoal da editora-chefe de uma das revistas de moda mais influentes do mundo, a Vogue. Dizem as más línguas que qualquer semelhança entre Anna Wintour, a editora-chefe da Vogue americana, e Miranda Priestly não é mera coincidência, que aquela é tão ou mais despótica que a fictícia Miranda, e obviamente não ficou nada feliz com a publicação do livro. Lauren não confirma nem desmente a suposta inspiração, apenas diz que as exigências de Miranda que compõem o livro são parte fictícias, parte experiências pessoais dela e de amigos em seus empregos. Mas não esclarece o que aconteceu de verdade e o que foi inventado.
Em 2006 estreou a adaptação cinematográfica com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci e Adrian Grenier no elenco. O filme foi um sucesso de público e também da maior parte da crítica, principalmente pela atuação de Meryl Streep, que personificou tão bem a poderosa Miranda. Entre outros prêmios, foi indicado ao Oscar de Melhor Atriz, para Meryl Streep, e o de Melhor Figurino. Por falar em figurino, o deste filme foi um dos mais caros da história por conta de todas as roupas de grifes e de estilistas famosos. Ainda, entre tantas participações especiais, o filme conta com a da autora do livro como a babá das gêmeas, filhas da Miranda.
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Como é normal nas adaptações, nem sempre os personagens mantêm as mesmas características físicas descritas no livro, então não é surpresa, por exemplo, a loira Andy ter virado morena no filme. Mas nenhuma mudança foi tão radical como a de Nigel, que no livro é descrito como sendo musculoso, com mais de 2m de altura, com cabelos pretos e sempre em roupas extravagantes, como um macacão colante. No filme é interpretado pelo baixo, careca e comum Stanley Tucci. E se vamos falar em mudanças, digo que o livro e o filme seguem semelhantes até certo ponto e depois ficam completamente diferentes, a começar pelos personagens. O namorado de Andy, por exemplo, não só é diferente, é um outro personagem, com outro nome, outro emprego. O idealista professor Alex do livro, no filme dá lugar ao simpático cozinheiro Nate. A melhor amiga de Andy, Lily, tem pouca participação no filme, enquanto no livro ela é fundamental para muitos dos acontecimentos. A própria Andy no livro é mais ácida e sarcástica, e Miranda consegue ser ainda mais tirana e sádica. Tanto que Andy a odeia ainda mais profundamente e tem diversos pensamentos homicidas, em que planeja a morte de sua chefe de várias formas diferentes, enquanto a Andy do filme chega a sentir pena de Miranda em um certo ponto. Entre os acontecimentos, Andy se saiu muito bem do incidente com os livros Harry Potter, enquanto no livro o resultado não foi tão bom assim. A viagem à Paris também foi mais dramática na obra escrita que em sua adaptação cinematográfica.
Entre as coisas que não mudaram, e é uma das melhores cenas, está a reação das pessoas quando Miranda chega ao escritório, as que se escondiam, se arrumavam melhor, checavam a maquiagem, os sapatos, as que evitavam entrar no elevador em que ela estivesse. É uma cena que demonstra exatamente a aura de pânico que Miranda exala e afeta as pessoas que a rodeiam, e que foi tão bem transmitida pela atriz. Por falar nisso, a Meryl Streep é tão fantástica no papel de chefe megera que dá até arrepios, e fez por merecer sua indicação ao Oscar e o Globo de Ouro que ganhou.
É mais um daqueles casos em que devemos aproveitar cada um deles de forma individual, já que apesar das muitas coisas diferentes, cada um tem seu mérito. O livro é melhor em algumas partes, o filme é melhor em outras, mas vou confessar que apesar de na maioria das vezes defender o escrito, prefiro o desfecho do filme ao do livro.
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Cíntia,Concordo com você, o Luke do filme até é bonitinho, mas o do livro tem um charme... rssComo eu disse, ...
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Eu a-do-rei o filme. Na época que assisti, não sabia que tinha livro. Mas é aquela história. Se o filme ...
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Eu simplesmente AMO a Becky e o Luke! Já li e reli os livros várias vezes. Só não tenho o ...
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A série conta atualmente com 6 livros (o mais recente deles ainda inédito no Brasil), e o primeiro, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, foi publicado por aqui no ano 2000. Nele conhecemos a Becky e sua compulsão pelas compras, mas também o quanto ela é divertida. Ela sabe que tem muitas dívidas, mas sua tática para enfrentar o problema é simples: ela simplesmente deixou de abrir as faturas dos cartões de crédito. Eles continuam lacrados e, de preferência, escondidos embaixo da cama. Isso enquanto seu plano de ganhar na loteria não se concretiza. Becky tem um emprego (que ela odeia), como jornalista em uma revista de finanças. Por conta desse trabalho, ela acaba indo a muitas conferências, onde conhece Luke Brandon, o todo-poderoso da Brandon Communications, uma grande agência de Relações Públicas. Em uma das vezes que o encontra, ele acaba ouvindo que ela precisa de 20 libras e as empresta, pensando ser para comprar um presente para uma tia doente, quando, na verdade, era para comprar uma echarpe que estava em liquidação. E esse é apenas o início da confusão.
Com o grande sucesso da série literária, o caminho natural foi o das telas de cinema. O filme, lançado em 2009, baseia-se nos dois primeiros livros da série, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e Delírios de Consumo na 5ª Avenida. No elenco estão Isla Fisher, Hugh Dancy, Krysten Ritter, John Goodman e Joan Cusack.
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Essa é a hora em que eu falo que prefiro, mil vezes, os livros, apesar de o filme não ser de todo mal, apenas podia ser melhor. Se eu relevar as inúmeras mudanças feitas na história, posso dizer que gostei, que achei leve e divertido. Não dá pra negar que conseguiram captar totalmente o espírito da Beckie, que é uma personagem que a gente quer dar uma sacudida nela, por ser tão compulsiva, mas que, ao mesmo tempo, não conseguimos não amar, não sentir vergonha alheia por ela ou não rir demais com todas as suas trapalhadas. A atriz, Isla Fisher, é maravilhosa e conseguiu passar esses mesmos sentimentos.
Claro que a Beckie do livro nunca trabalhou em uma revista de jardinagem, foi a reuniões de “viciados em compras anônimos” ou sonhou trabalhar em uma revista de moda. Mas por outro lado, as cartas malucas que ela escreve estão presentes, a invenção dela de que fala finlandês foi muito melhor desenvolvida no filme, Suze está lá, tentando controlar os excessos da amiga, está noiva do Tarquin (numa versão amenizada da do livro, e infelizmente, menos engraçada), não faltaram as fugas dos credores, com todas as desculpas mirabolantes e a imagem do Derek Smeath, confesso, é melhor que a que eu imaginei.
No final das contas, apesar de tudo, acho que cumpre com a proposta de divertir e mesmo as situações criadas exclusivamente para o filme são coisas que eu imagino que a Becky seria capaz de fazer. Mas se tem algo que não me conformo e ninguém me faz mudar de ideia é que a super importante echarpe Denny and George no filme aparece verde quando na verdade ela é azul, gente, AZUL!
Enfim, assisti ao filme novamente pra escrever a coluna e agora bateu aquela vontade de reler todos os livros, além, é claro, do desejo de importar o 6º livro da série que ainda não saiu por aqui. Viu só, desejo de comprar descontroladamente como se não houvesse amanhã, isso é o que a Beckie Bloom desperta em você!
















































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